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brevemente

VISÃO

A Universidade Rovuma pretende ser uma instituição de ensino superior de qualidade e excelência no processo de ensino e aprendizagem e nos serviços de pesquisa e extensão a nível nacional, regional e internacional.

MISSÃO

A Universidade Rovuma tem como missão formar técnicos superiores com qualidade de modo a que contribuam de forma criativa para um desenvolvimento económico sociocultural sustentável.

VALORES

Excelência Académica | Cultura Académica | Liberdade de Pensamento e de expressão | Autonomia | Internacionalização | Humanismo e Integridade | Igualdade e Equidade | Reforço da cidadania, do patriotismo, da consciência cívica e ética | Laicidade | Inserção comunitária | Inovação e criatividade

OBEDECENDO A PADRÕES INTERNACIONAIS

A Universidade Rovuma – Extensão de Cabo Delgado acaba de produzir álcool em gel, numa acção que o respectivo Director, Prof. Doutor Geraldo Macalane, considerou uma resposta ao apelo do Presidente da República, Filipe Nyusi, para as universidades do País participarem na luta contra a Covid-19.

O álcool em gel foi produzido pelo Departamento de Ciências Naturais e Matemática, concretamente pelo curso de Química, e o mesmo foi apresentado na passada Sexta-feira, 22 de Maio, nas instalações da Extensão, em Montepuez, na presença da Administradora Distrital, Isaura Máquina, entre outras entidades públicas e privadas.

Para o Prof. Geraldo Macalane, o principal foco da acção da UniRovuma não é comercial, mas o de responder ao chamamento do Presidente da República e ajudar as pessoas a se prevenirem desta fatal pandemia, a qual já provocou uma vítima no País e matou mais de 310 mil pessoas no mundo.

Ele acrescentou que esta iniciativa visa responder à escassez de álcool gel no mercado nacional e local, e contribuir, cientificamente, nas soluções para a prevenção e combate a doença, ainda sem medicamento para a curar, nem vacina para preveni-la.

"O álcool em gel que hoje apresentamos publicamente respeita os padrões internacionais e aconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois ele contém 80 por cento de álcool e o mesmo foi testado no laboratório da Cervejas de Moçambique, em Nampula", referiu Geraldo Macalane.

Segundo o Director Macalane, o produto será distribuído, igualmente, na cidade de Pemba, a capital provincial, e nos distritos de Chiúre, Balama, Namumo e Mueda, sem fins comerciais.

Os primeiros 25 litros do produto foram entregues ao governo e instituições públicas do Distrito de Montepuez e recebidos pela administradora local, Isaura Máquina, a qual se mostrou satisfeita com a iniciativa da UniRovuma.

De acordo com Máquina, a iniciativa universitária enquadra-se na agenda de emergência do Governo de Moçambique, expressa em decreto pelo Chefe de Estado, visando a prevenção do novo coronavírus, que em Moçambique as infecções já ultrapassaram a barreira de 200.

"Como Governo e em nome da população de Montepuez, queremos honrar, congratular e agradecer a iniciativa da Extensão de Montepuez, pois nos encoraja e é um grande orgulho para nós por sermos pioneiros na produção de álcool em gel ao nível da província de Cabo Delgado", acrescentou a administradora.

A governante sublinhou que o feito da UniRovuma mostra, claramente, o potencial técnico e científico que a universidade está a imprimir no distrito, em particular, e na província, em geral.

Máquina encorajou a universidade a estabelecer boas relações com o governo local para que juntos criem mais soluções em benefício do distrito, não apenas neste momento da crise pandémica, mas também nas áreas de agricultura, pecuária e mineração, tidas como as potenciais áreas de que a região dispõe devido às suas características geofísicas.

Na cerimónia foram apresentadas, também, viseiras produzidas localmente, cuja função é a de proteger a face, mas não podem, de forma alguma, substituir as máscaras, sendo usadas para reforçar as medidas de prevenção.

Decorreu, na tarde da quinta-feira, a apresentação oficial da plataforma de aprendizagem online, no Campus Universitário de Napipine, em Nampula, com a presença dos directores das faculdades da UniRovuma.

Na ocasião, o director académico, Prof. Doutor Adelino Assane, disse que “ a plataforma que a universidade concebeu, neste período de emergência, foi uma resposta à orientação do ministério de tutela para não parássemos com as actividades lectivas e que a interacção entre os professores e os alunos continuasse”.

Conforme Assane, já foram cadastrados mais de 10500 estudantes e docentes de toda a universidade e espera-se que, com a plataforma, os estudantes tenham um bom aprendizado, visto que a plataforma apresenta todos os componentes de interacção entre o professor e o aluno, incluindo o espaço para o envio de material de apoio, vídeos e pautas.

O director académico considera que “o COVID-19 traz um desafio para a área da educação e uma oportunidade para pensarmos de outra forma em modalidades de aprendizagem", assim como adianta que "a plataforma não será usada apenas neste época de pandemia, mas também será usada como um meio de aprendizagem auxiliar que veio para ficar, ou seja, os estudantes terão a oportunidade de ter tanto aulas virtuais como presenciais”.

Para aceder: https://unirovuma.cosys.co.mz/

Edilidade concede terreno à Universidade Rovuma

 O Conselho Municipal de Angoche acaba de atribuir um terreno à Universidade Rovuma (UniRovuma), nos arredores daquela cidade costeira, para a construção de futuras instalações desta instituição de ensino superior naquela autarquia.

Uma delegação da UniRovuma esteve, recentemente, naquela urbe para discussões com responsáveis da edilidade local ligadas aos procedimentos burocráticos inerentes ao terreno, situado numa das bermas da principal estrada que dá acesso à cidade, e que tem uma extensão de 10 hectares.

A delegação era composta pelos diretores da Administração e Desenvolvimento Institucional, Académico, das Finanças e do Património, respectivamente, José Baptista, Adelino Inácio Assane, Juma Muteliha e Arlindo Nkadibuala.

Na reunião entre os diretores e responsáveis municipais, o Mestre José Baptista deixou claro que se devem acautelar todos os procedimentos para que não se entre em choque com a população que ainda mantém as suas benfeitorias no terreno em causa.

A vereação de Infraestruturas e Construções do Município de Angoche já fez o levantamento das benfeitorias lá existentes, embora os respectivos residentes não tenham o documento relativo ao Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT).

O que a Universidade Rovuma vai fazer daqui em diante é organizar-se em termos financeiros para o pagamento das benfeitorias, já que, sendo uma instituição pública, está isento de pagamento de taxas de ocupação de terra.

O diretor das Finanças, Mestre Juma Muteliha, tranquilizou os poucos residentes que, subitamente, apareceram durante a visita ao terreno, informando-lhes que a instituição vai criar condições para que o processo de reembolso pelas benfeitorias seja concluído o mais breve possível.

“Por se tratar de uma instituição do Estado o processo poderá demorar um pouco, mas tudo faremos para que recebam os vossos valores sem quaisquer constrangimentos”, disse Muteliha.

Para além deste terreno, situado a sensivelmente sete quilómetros do centro da cidade de Angoche, a UniRovuma recebeu, igualmente, uma casa concedida pelo governo distrital, a qual servirá para acomodar docentes e funcionários da instituição que se desloquem àquela região.

UniRovuma poderá alterar o calendário académico

A Universidade Rovuma poderá alterar o calendário académico do presente ano lectivo, devido à interrupção das aulas como uma das medidas anunciadas pelo governo moçambicano a 20 de Março passado, para conter a propagação da pandemia do coronavírus, que já matou em todo o mundo mais de 40 mil pessoas.

O anúncio foi feito esta manhã, no Campus Universitário de Napipine, pelo director académico da UniRovuma, Prof. Doutor Adelino Inácio Assane, falando em conferência de imprensa assistida por jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social.

O Prof. Adelino Assane disse que a provável alteração do calendário académico terá em conta a alguns desafios surgidos no quadro das medidas governamentais, agravadas esta Quarta-feira com a entrada em vigor do Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e ractificado pela Assembleia da República, na noite de Terça-feira.

‘’De acordo com o calendário académico, as aulas do primeiro semestre terminam na primeira semana de Junho, mas poderemos prolongá-las até ao fim desse mês, e as do segundo poderão ocorrer até Dezembro’’, explicou Adelino Assane.

Face às medidas de precaução contra o Covid-19, a UniRovuma suspendeu as aulas e tutorias presenciais na modalidade de ensino à distância, conferências, reuniões, entre outros eventos que reunam mais de 50 pessoas.

O director académico acrescentou, ainda, que os docentes foram orientados para elaborarem e disponibilizarem aos estudantes textos de apoio e fichas de consolidação para todos os cursos até o dia 23 de Abril.

Para esse efeito, poderão ser usados todos os meios e plataformas disponíveis, designadamente, endereços electrónicos, o Sigeup, o Google Classroom, e neste momento está-se a trabalhar em uma plataforma “moodle” para se leccionarem aulas enquanto durar a suspensão.

A direcção académica, segundo o respectivo director, deverá, junto das unidades académicas, elaborar um plano de recuperação de aulas a vigorar logo depois da suspensão do encerramento das instituições de ensino, o que poderá incluir a realização de actividades lectivas aos sábados.

‘’A Universidade Rovuma esta empenhada na adopção de medidas de prevenção do coronavirus e nos comprometemos a tudo fazer para que as actividades de ensino, pesquisa e extensão previstas para este ano sejam realizadas com as possíveis adaptações, tendo em conta as exigências do momento’’, frisou o Prof. Doutor Adelino Inácio Assane.

UniRovuma acolhe cerimónias centrais ao nível da Província de Nampula

A Universidade Rovuma acolheu, no último final de semana, as cerimónias centrais ao nível da Província de Nampula, alusivas ao Dia Mundial da Árvore, assinalado no dia 21 de Março em todo o mundo.

As cerimónias em Nampula ocorreram no futuro Campus da UniRovuma no Posto Administrativo de Anchilo, a mais de 20 quilómetros a este da capital provincial, e caracterizou-se no lançamento do Projecto de Plantio de Árvores do Jardim Botânico desta instituição de ensino superior.

Ao abrigo do projecto, desenvolvido em parceria com os Serviços Provinciais das Florestas e Fauna Bravia de Nampula, serão plantadas, de forma faseada, cerca de duas mil mudas de árvores nativas de diferentes espécies, entre elas, jambire, umbila, chanfuta, acácias amarelas e vermelhas e casuarinas.

Falando na ocasião e perante directores da UniRovuma, convidados e população local, a Vice-reitora da instituição, Prof. Doutora Sarifa Fagilde, considerou o projecto de capital importância, pois o mesmo servirá de um meio de aprendizagem e pesquisa dos estudantes, concretamente os do curso de Biologia.

Para a Vice-reitora, as mudas ora plantadas, e outras que seguirão a mesma via, constituem um “marco indelével” na história da Universidade Rovuma.

Ela deixou um apelo no sentido de não se esperarem por resultados imediatos, mas que toda a comunidade académica e a comunidade local acarinhe este projecto, conservando as plantas.

“O Jardim Botânico, cujo início estamos hoje a testemunhar, visa trazer próximo da UniRovuma diversas espécies de árvores, para facilitar diversos estudos sobre o crescimento médio anual das plantas, o corte admissível, identificação de diversos usos, entre outros”, disse a Prof. Sarifa Fagilde.

Por seu turno, o chefe dos Serviços Provinciais das Florestas e Fauna Bravia, Engenheiro Luís Tomás Sande, disponibilizou o apoio técnico da sua instituição para que as plantas cresçam sem sobressaltos.

“Hoje estamos a iniciar um relacionamento com a UniRovuma que pretendemos que seja duradoiro e, da nossa parte, estamos dispostos em assistir, tecnicamente, o Jardim Botânico cujo projecto vamos lançar”, precisou o Engenheiro Tomás Sande.